A Grandíssima Especial Covid

Para uma edição especial da Volta a Portugal, um percurso similar aos anos anteriores. Não existem grandes novidades, sendo que a boa noticia é mesmo a grandíssima ir para a estrada, pois o ciclismo português depende dela.

De Bragança a Lisboa são nove horas de distância já diz a música, mas de Fafe a Lisboa vão ser nove dias e 1183,9 quilómetros corridos. É uma edição especial como o próprio nome já diz. O percurso é próximo do que é habitual na volta, com a exceção de ter menos um dia, mas vamos ter Volta e que bom e importante que é isso aconteça.

Nove dias com começo em Fafe no dia 27 e o fim em Lisboa a 5 de outubro.

Esta edição especial vai ter 15 equipas. De saudar a novidade que é a seleção portuguesa com ciclistas sub23, muito importante e algo que já devia ser usual, visto que é uma grande oportunidade para os jovens ciclistas poderem andar com os elites. Podem fazer a volta e começar a dar nas vistas.

Vamos ter 5 equipas estrangeiras, uma delas com portugueses a liderar. Falo da Burgos BH com José Neves e Ricardo Vilela, uma equipa que vem na sua máxima força, trazendo Angel Madrazo um ciclista que já venceu na Vuelta e alem destes, Jesus Ezquerra e Diego Rubio que já correram em Portugal. Vamos ainda ter a presença da Nippo Delko Provence sem o José Gonçalves, mas com Délio Fernandez que regressa assim a Portugal, além de José Azevedo como diretor. É uma equipa que traz Minali, alguém muito forte para as chegadas mais rápidas e ainda Mauro Finetto capaz de vencer em média montanha.

Nas outras equipas estrangeiras, a já presença habitual da equipa da Caja Rural. Uma equipa jovem: Cristian Rodriguez, o melhor para a montanha, o jovem Aular para os sprints, mas uma equipa jovem longe de outras edições.

No que diz respeito à equipa da Arkea é a equipa que vai apresentar o comboio mais forte para os sprints, repetindo a presença do ano passado com o sprinter de maior renome neste pelotão, falo do britânico Daniel Mclay.

A última equipa estrangeira, a Rally, vem com um bloco forte para a montanha com Britton, Mannion, Keegan Swirbul entre outros. É uma equipa que se vai destacar nas etapas mais duras.

Nas equipas nacionais, a W52-FC Porto vai tentar repetir a conquista dos últimos anos. Esta estrutura vai em busca da sua oitava volta a Portugal consecutiva. João Rodrigues vai em busca de repetir a vitória do ano passado, mas a W52 tem Gustavo Veloso e, principalmente, Amaro Antunes para discutir a geral. Veremos se, depois da paragem e deste ano peculiar, conseguem manter o domínio de outros anos, mas tem gente para vencer em todos os perfis de etapas, porque além dos já referidos, têm ainda Daniel Mestre e o próprio Samuel Caldeira para as etapas mais rápidas e Ricardo Mestre para os cronos.

Na Efapel, a grande questão é se será este ano que Joni Brandão consegue vencer a Volta. São já três segundos lugares, ele que, este ano tem em António Carvalho o principal apoio, conta com a experiência de Tiago Machado e Sérgio Paulinho para o ajudarem e ainda César Fonte, mas equipa é inferior à W52 algo que é já hábito. Conta ainda com Rafael Silva e Luís Mendonça para as etapas mais rápidas.

Em Tavira, temos a equipa Atum General-Tavira, uma equipa com experiência e um líder capaz de discutir os primeiros lugares da volta, top 5. Com Frederico Figueiredo é um objetivo real, mas Livramento, Pereira, Marque, Trueba são ciclistas experientes que podem ajudar o Frederico, mas longe de ser uma das equipas mais fortes, tem em Cesar Martingil o homem que pode vencer nas etapas mais rápidas e vamos ver em que forma está o russo Aleksandr Grigoriev que pode desempenhar um papel chave, tanto na ajuda ao líder, como até de caça etapas.

Agora a outra equipa algarvia, o Aviludo-Louletano, é uma equipa que vai levar um dos candidatos ao pódio. O espanhol Vicente Garcia De Mateos que, mais uma vez, chega em boa forma e com o objetivo apontado aos primeiros lugares da classificação geral, tem como grande apoio Sergey Shilov, que eu destaquei num dos programas passados por ter sido campeão russo. Ele que, juntamente com David De La Fuente e Jesus Del Pino, vão ser os principais apoios de De Mateos. Ainda João Matias que pode ser ciclista para estar na discussão de alguma das etapas mais rápidas, principalmente nas com grupos mais reduzidos.

Passamos para Santa Maria da Feira para falar do Feirense, uma equipa muito jovem, dentro de todas as equipas. António Ferreira é o mais jovem, mas é uma equipa jovem que vai apostar nas fugas, que vai ter no Oscar Pelegri o homem para as chegadas mais rápidas. A liderança cabe a Rafael Reis, ele que, pela primeira vez na carreira, tem a responsabilidade de liderar numa corrida como a volta. É dos melhores contrarrelogistas e está em forma, como provou nos nacionais, mas será difícil ele conseguir fazer algo na geral, pode, sim, ir buscar alguma etapa e será esse o grande objetivo.

Mudamos para Oliveira de Azeméis, para a equipa Kelly-Inoutbuild Oliveirense, uma equipa que, tal como no ano passado, conta com muitos jovens de muita qualidade, como Pedro Miguel Lopes ou Rafael Lourenço, mas este ano com um dois ciclistas mais experientes e capazes de discutir outros objetivos. Falo de Luís Gomes, um dos destaques de 2020 no ciclismo nacional, capaz de vencer nas chegadas mais rápidas e até mesmo média montanha e, depois claro, Henrique Casimiro. Ele que se destacou o ano passado ao ser décimo na geral final como o braço direito do Joni, este ano assume a liderança da equipa com um olhar na luta dos dez primeiros. Vai, assim, tentar repetir um top10 e, quem sabe, tentar alguma etapa.

Agora a LA Alumínios, equipa que, tal como a Oliveirense, conta com muitos jovens, como o ano passado, e também com um líder mais experiente, neste caso Bruno Silva, ele que, curiosamente, também estava na Efapel o ano passado e que saiu para liderar esta equipa da LA. Uma equipa que tem Miguel Salgueiro, que se destacou nos Europeus, Gonçalo Leaça e, principalmente, Emanuel Duarte. Vencedor da classificação da juventude na volta do ano passado e ainda vencedor da volta a Portugal sub23 em 2019, é um talento enorme, andou bem nos nacionais de rampa e no Troféu Joaquim Agostinho. Veremos o que faz esta equipa, mas vão andar em fugas, Emanuel vai liderar. O meu palpite é que, apesar do Bruno ser mais experiente e de muitos o apontarem como líder da equipa, na verdade quem vai liderar é o Emanuel que eu aponto já como um candidato a ser uma das grandes revelações desta volta, ainda mais que o ano passado.

Passamos para a equipa revelação de 2019, a Miranda-Mortágua que, o ano passado com Hugo Sancho e Gaspar Gonçalves conseguiu estar em evidência, este ano repete a equipa quase toda(Sancho, Gaspar, Freitas e Linarez) mas para este ano ganharam um líder, no caso Joaquim Silva que estava na W52. O Joaquim tem aqui a grande oportunidade, nesta fase da carreira, de liderar uma equipa forte. Sancho vai ser um apoio muito importante e pode ser alguém a ser lançado para vencer em uma fuga. A Miranda tem Linarez e Daniel Freitas para as chegadas mais rápidas, dois nomes para discutir entre os mais velozes, Gaspar aponta para as fugas e trabalhar para o Joaquim. É uma equipa que se fortaleceu e vamos ver como está o Joaquim, mas é uma equipa que pode ambicionar uma etapa ou a classificação da montanha e, se o Joaquim estiver bem, um lugar entre os 15 melhores no final.

Agora uma equipa histórica, o Boavista, que é novamente uma das equipas mais fortes na volta, com João Benta, Luís Fernandes, David Rodrigues e Daniel Silva. É uma das equipas que, tal como nos últimos anos, é candidata a ter vários entre os 10 melhores, tal como no passado onde conseguiram o Benta em quinto, o David em sexto e o Daniel em nono. Vai lutar pelo pódio ou, pelo menos, por um lugar entre os 5 melhores. João Benta é para todos o líder, mas acredito que seja este ano que David Rodrigues se assume como o líder principal na equipa, lutando pelo tal lugar no pódio ou perto, mesmo com a David a não ter grandes resultados este ano. O Boavista tem ainda Alberto Gallego capaz de surpreender e vai estar na luta de alguma etapas de média montanha e até em fugas. Outro dos destaques é Gonçalo Carvalho, um talento enorme, o mais jovem da equipa e que pode ser uma das revelações desta Volta, lutando pela juventude e até por um lugar entre os 25 melhores.

Por último, a nossa seleção que vai levar André Carvalho, que eu já destaquei no programa, Pedro Andrade e ainda Daniel Dias, Diogo Barbosa, João Salgado, Francisco Guerreiro e João Carvalho. O André e o Pedro estão com outro andamento, podem surpreender, principalmente o André, em algumas chegadas com um grupo mais restrito, mas são jovens de muito valor e veremos o que podem conseguir fazer, além das fugas e do André na luta por algumas etapas.

Prólogo inicial no dia 27 de setembro, de 7 quilómetros na cidade de Fafe.

Como habitualmente na volta, o primeiro dia é com um prólogo e vai ser um dia para alguns dos velocistas e para ciclistas que rolem bem em distâncias curtas. Não é totalmente plano como se pode ver, tendo a zona mais dura aquele pequeno cume de 700 metros na subida da avenida da Granja a 10.7%.

Favoritos para este dia:

Rafael Reis, Guernalec, Samuel Caldeira, Ezquerra, António Carvalho, Marque, Veloso, Joni Brandão, De Mateos, João Rodrigues, Sérgio Paulinho, Daniel Mestre, João Matias e Grigoriev.

Fica aqui o perfil do prólogo:

1ª etapa 180 kms entre Montalegre e Viana do Castelo

Depois de um esforço curto contra o relógio, os ciclistas vão começar logo com a etapa mais longa desta edição da volta, 180 kms por terras transmontanas, com um final no monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo, uma subida dura já conhecida por ser habitual na volta. É uma etapa igual à de 2018, passagem pelo alto de Covide ,uma terceira categoria, passagem por Barroselas e final no monte de Santa Luzia. Não vão ser feitas muitas diferenças, mas um descuido dos homens da geral e podem ser perdidos segundos importantes.

Favoritos: Luís Gomes, Daniel Mestre, Luís Mendonça, Délio Fernandez, Amaro Antunes, Marque, Finetto, Joni Brandão, De Mateos, Alberto Gallego e César Fonte.

2ª etapa 167 kms entre Paredes e o Alto Sra. Graça

Etapa clássica da Volta a Portugal, final duro no cume do Monte Farinha, uma subida conhecida e já muito ultrapassada na volta, visto que este ano será a 41ª vez que a Sra. Da Graça vai coroar um vencedor de etapa. Entre todos os que já ali levantaram os braços, temos os incontornáveis Marco Chagas, Joaquim Gomes ou Massimiliano Lelli e, por último em 2019, António Carvalho. Mas é uma etapa que não só o final é duro, como antes os ciclistas ultrapassam subidas complicadas, como a Serra do Marão com 12,4 kms a 4,8% e a subida do Barreiro de 9.8 kms a 6,5%. Falamos com isto de uma quarta e uma primeira categoria respetivamente, além de outras cotas e subidas que não são contabilizadas, mas vão ser sentidas pelos ciclistas. O final, claro, é o mais duro. Falamos de uma subida de 8.6 kms a 7.4%, um desnível de 620 metros, uma subida constante com quase nenhuma zona de “descanso” e com a parte final a ser a zona ainda mais dura, onde as percentagens chegam a 10,5% de inclinação máxima.

Favoritos: Joni Brandão, Frederico Figueiredo, João Rodrigues, Mannion, David Rodrigues, Amaro Antunes, António Carvalho, De Mateos, Emanuel Duarte, Madrazo, João Benta, Luís Fernandes, Joaquim Silva e Délio Fernández.

Aqui o perfil só da subida final da Sra. da Graça.

3ª Etapa 171,9 kms de Felgueiras a Viseu

Aqui, uma etapa para os mais rápidos, um final de etapa já conhecido, visto que a meta na cidade de Viseu traz de novo aquele final na Avenida Europa, um final já conhecido e que nos dá sempre chegadas com grandes disputas ao sprint. Ma,s em suma, é um dia mais calmo e sem grandes subidas.

Favoritos: Daniel McLay, Cesar Martingil, Minali, Daniel Freitas, Rafael Silva, Daniel Mestre, Fedeli, Orluis Aular, Luís Mendonça e Luís Gomes.

4ª Etapa com 150.16 Km da Guarda até à Covilhã

Etapa com final duríssimo, mais uma subida conhecida da nossa volta, a mítica e sempre fantástica chegada à Torre, uma chegada ao ponto mais alto de Portugal continental antecedida de várias subidas duras que vão deixar em definitivo para trás quem já não estiver bem. A cerca do meio da etapa, vamos ter o alto das Penhas Douradas, uma segunda categoria de 20.4 kms a 3,6%, uma subida longa que já vai afastar muita gente de chegar ao iíicio da subida à Torre. Há ainda a subida a Sarzedo, a menos de 20 kms, e, antes da chegada à Covilhã, Sarzedo são 6.5 kms a 4.1%, dura mas longe do que os ciclistas vão enfrentar em seguida. Mas esta pode ser a etapa decisiva, o dia para os melhores trepadores e esperemos que seja uma etapa animada que nos proporcione um dia de espetáculo em alta montanha.

Favoritos: Joni Brandão, Frederico Figueiredo, João Rodrigues, De Mateos, Mannion, David Rodrigues, Keegan Swirbul, Amaro Antunes, António Carvalho, João Benta, Rob Britton, Henrique Casimiro, Emanuel Duarte, Luís Fernandes, Délio, José Neves, Joaquim Silva, Daniel Silva, Madrazo e Cristian Rodriguez.

Aqui o perfil da subida final.

5ª Etapa 177.75 Kms de Oliveira do Hospital até Águeda

Dia para os mais rápidos ou para fuga, é um dia mais plano longe do dia anterior, um dia mais calmo. Aqui surge a grande hipótese de uma fuga vingar, mas isso vai depender se as equipas dos sprinters vão assumir a perseguição ou, se não e se for este o caso, pode ser dia para os fugitivos e com isso hipóteses para as equipas mais pequenas ou para segundas e terceiras linhas nas equipas.

Favoritos: Rafael Reis, McLay, Gaspar Gonçalves, Martingil, Minali, Daniel Mestre, Luís Mendonça, Caldeira, Fábio Costa, Márcio Barbosa, Rafael Silva, Aular, André Carvalho, Hugo Nunes, Daniel Freitas, Pelegri, João Matias, Ezquerra e Miguel Salgueiro.

6ª Etapa 155.98 kms das Caldas da Rainha até Torres Vedras

Uma etapa pela zona oeste, dia que, apesar de ser plano e sem alta montanha ou grandes dificuldades, é uma zona onde o vento é uma presença habitual, além de que este dia tem muito sobe e desce. Nada de grandes subidas, mas várias que, se o ritmo for alto aliadas ao vento, podem causar problemas e deixar muita gente em dificuldades, principalmente quem estiver mal colocado ou se distrair. Dia perigoso que dependendo do vento pode surgir alguma surpresa.

Favoritos: McLay, Martingil, Saez, Minali, Daniel Mestre, Mendonça, Daniel Freitas, Gallego, Rafael Reis, Linarez, Rafael Silva, Samuel Caldeira, Óscar Pelegri, Fábio Costa, Aular e Fedeli.

7ª e penúltima Etapa com 162.90 kms entre Loures e Setúbal

Entramos nas duas últimas etapas nesta altura. As duas vão ser corridas na área metropolitana de Lisboa, esta marcada pela presença da Serra da Arrábida nos últimos 20 kms. Etapa muito parecida com a primeira de 2017, só que aí com partida de Vila Franca de Xira e passagem por Santarém e pelo Ribatejo, mas o final é quase igual. Aí a Serra da Arrábida foi atacada e, apesar de na altura ser apenas a primeira etapa, foi decisiva, porque fez diferenças que já não foram recuperadas por muita gente. A luta pela geral pode ditar uma etapa atacada, principalmente com um contrarrelógio na etapa seguinte. Pode ser uma etapa muito animada, principalmente aqueles 20 kms finais e não é de descartar uma fuga vitoriosa.

Favoritos: Luís Gomes, Veloso, Marque, Rafael Reis, António Carvalho, Amaro Antunes, Gonçalo Leaça, Cesar Fonte, Daniel Mestre, Rafael Silva, Grigoriev, Luís Mendonça, André Carvalho, Gallego, Joni, Gaspar Gonçalves, Daniel Freitas, Pelegri, Ezquerra, Emanuel Duarte e Rafael Lourenço.

8ª e última Etapa um contrarrelógio final em Lisboa, desde a Ribeira das Naus até à Praça do Comercio com 17.7 kms.

Último dia da grandíssima especial de 2020, dia para festejar os 110 anos da implantação da República e para alguém celebrar a conquista da Volta a Portugal. A coroação do novo vencedor da Grandíssima vai ser depois de todos ultrapassarem este último dia, onde os ciclistas vão percorrer algumas das estradas mais características e conhecidas da baixa e da zona Ribeirinha da capital.

Dia de festa na capital e um contrarrelógio para os especialistas. mas onde os homens da geral se vão intrometer quase de certeza, ainda mais certo se a luta seja pelo primeiro lugar, seja pelo pódio ou qualquer lugar nos 10 melhores estiver em aberto. Aí vai ser ainda mais especial e esperemos que seja como no ano passado, luta até ao último metro.

Favoritos: Ricardo Mestre, Guernalec, António Carvalho, Marque, Veloso, Daniel Dias, Joni Brandão, João Rodrigues, Rafael Reis, De Mateos, Britton, José Neves, Sérgio Martin, Amaro, Grigoriev, Tiago Machado, Samuel Caldeira, Pedro Andrade, João Benta, Gaspar, Pedro Miguel Lopes e Trueba.

Todas as imagens foram retiradas do site da Federação Portuguesa de ciclismo e do LaFlammeRouge.

Apesar de não ser fácil este ano pelas poucas corridas, aqui vão os principais favoritos a vencer e a fazer pódio a Volta na Portugal:

Joni Brandão, João Rodrigues, Amaro Antunes, Vicente Garcia De Mateos, Frederico Figueiredo, David Rodrigues, Mannion e João Benta.

Favoritos para fechar o top10:

Daniel Silva, Luís Fernandes, António Carvalho, Henrique Casimiro, Cristian Rodriguez, Joaquim Silva, Emanuel Duarte, Veloso, Keegan Swirbul e o Délio Fernández.

Esta apresentada a Volta a Portugal, especial Covid, a volta especial num ano atípico. É uma edição que vai ficar na memória de todos os aficionados por tudo o que rodeia esta edição.

Venha a festa do ciclismo, que seja um ano de muito espetáculo e de muitas alegrias nesta que é a festa do povo, um dos maiores eventos desportivos portugueses e, embora distante do passado, é a grandíssima e, mesmo esquecida, são poucos os eventos que simbolizam tanto o desporto português como a nossa Volta a Portugal.

Espero que tenham gostado desta análise, não percam nenhuma etapa e que vença o melhor.

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