Acabar o ano em…

Boas a todos e todas.

Hoje é o dia, o derradeiro dia. O último jogo do ano civil de 2020 em Alvalade e o penúltimo da época total de 2020.

Estará em jogo o primeiro lugar e também o colinho para 2020/2021 ou se vão continuar o deixa andar até o final do ano para as mãos pesarem lá para Fevereiro. Para bom entendedor meia palavra basta, já diz o ditado e por isto me fico.

Relativamente ao jogo, é um jogo histórico. O último já foi há uns valentes anos, era eu um bebé. No total já lá vão 57 encontros entre taça e campeonato e, provavelmente, alguns amigáveis, em que por 44 ocasiões o Sporting saiu vitorioso, por 7 o jogo acabou sem vencedor e as vezes que o Sporting saiu derrotado foram meia dúzia de vezes.

Factos curiosos deste confronto: 129 golos marcados pelo Sporting contra 29 marcados pelo Farense nos 57 jogos, fazendo uma média de 2.26 golos por jogo para o Sporting e 0.51 para o farense. E contabilizando uma diferença de golos entre marcados e sofridos são mais de 100 para o Sporting e menos de 100 para o Farense.

Ainda sobre curiosidades, o jogo com maior número de golos foi um 9-0 em Alvalade, já do lado do Farense a maior vitória foi 2-1. Em jogos fora, a maior vitória do Sporting foi 0-6, enquanto que para os algarvios foi 0-1.

Em termos de histórico de resultados, o Farense leva duas vitórias em 5 jogos, enquanto o Sporting leva 5/5 e sim, considerei o Famalicão como vitória.

Algumas notas que considero importantes. É bastante positivo a mentalidade da equipa a demonstrar união a todos os níveis e em jogos em que estivemos em desvantagem, como foi com o clássico entre outros. A forma como festejam os golos não é à toa. A união entre os jogadores é algo fundamental para conseguirmos os objectivos mínimos, para pensarmos jogo a jogo e focarmos todas as nossas atenções em ganhar o jogo, pois já se sabe que vencemos contra 15 em vez de 11. E o treinador Rúben Amorim tem sido crucial ao manter o foco em algo que tenho pensado pessoalmente para o clube há muito tempo.

A mentalidade de futebol moderno do Rúben Amorim aliado à experiência de treinador que está a ter no Sporting são benéficos, pois está a sentir na pele a forma como os árbitros funcionam com o Sporting em comparação com outros clubes de que ele fez parte.

Uma última nota para o Neto que me tem surpreendido bastante, mas continua a demonstrar muitas dificuldades a sair a jogar, contudo o bom momento da equipa acaba por disfarçar. O jogo da taça contra o Sacavenense foi extremamente positivo noutra perspectiva. O Pote não é o jogador que faz jogar o Sporting, mas sim é um jogador importante para o caminho final. Isso é de salutar.

Para finalizar esta já extensa antevisão, o onze previsto:

Como sempre nesta época, tenho algumas dúvidas sobre o que esperar neste onze. Na baliza nem tanto, mas na defesa Nuno Mendes está convocado e, na dúvida, vou coloca-lo. Quanto aos três centrais, parece-me que se vão manter, já que no último jogo Rúben Amorim rodou a defesa toda e, infelizmente, o Nuno saiu um pouco tocado. Entre os destaques, Porro parece me ser a estrela menos brilhante da equipa, mas está numa forma soberba e arrisco-me a dizer que é o melhor lateral-direito do campeonato.

No meio campo, o novo normal é a dupla Palhinha-João Mário e que dupla meus caros, que dupla… Quanto à dupla da frente atrás do avançado, espero ser o Nuno Santos e o Pote. O Nuno está muito bem e nos últimos jogos bem tentou marcar, mas não foi possível. Com o actual momento de forma, Pote só não joga se estiver lesionado. É completamente indiscutível. Apesar de o Rúben Amorim pensar semana a semana e não gostar de falar em titulares absolutos, Pote e Nuno Mendes com Porro, pertencem ao grupo restrito de indiscutíveis e talvez o Coates também.

Até à próxima e até lá, cuidem-se!

#DiaDeSporting

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