Conhecemos na passada semana o desfecho do mediático e conveniente processo Cashball, confirmando-se a já, para mim, esperada absolvição de todos os arguidos com excepção do denunciante, o que a todos os Sportinguistas muito encheu de alegria e orgulho por, mais uma vez, verem o nome do Sporting Clube de Portugal sem quaisquer envolvimentos com a justiça, o que, por exemplo, nenhum dos nossos rivais pode sentir.

Como se presume que seja do conhecimento de todos, o processo Cashball nada mais foi do que uma manobra de diversão encomendada por alguém a quem o Sporting Clube de Portugal e a sua então Direção muito incomodavam.

Também eu não acredito em conspirações e muito menos em bruxas mas que as há, há.

Vejamos, quem poderia ter mais interesse em ver um Sporting fracturado e frágil fruto de uma crise institucional? Quem se encontrava nesses meses debaixo dos holofotes da comunicação social e da Justiça pelos motivos que hoje todos conhecemos? Quem queria fazer um acordo de “uma vez ganhas tu, uma vez ganho eu” numa garagem?

Todos, sem excepção, enquanto Sportinguistas, sofremos um duro e rude golpe com o Cashball e com a invasão à Academia de Alcochete. Todos, sem excepção, fomos alvo de um duro e rude golpe ao nosso Clube que teve como único intuito dividir-nos e fragilizar-nos. 

Há contudo duas questões para as quais continuo a não encontrar resposta nem razão razoável:

1. O que é que as câmaras da cmtv faziam no portão da Academia de Alcochete no dia 15 de Maio de 2018?

2. Como é que o Correio da Manhã anunciou em primeira mão o Cashball?

Espero que em breve possamos todos ter resposta a estas duas questões, as quais julgo irem ser muito esclarecedoras para os Sportinguistas e para muita coisa que ocorreu após o dia 15 de Maio de 2018.

Importa, contudo, recordar que a Direção liderada por Bruno de Carvalho foi destituída devido à invasão a Alcochete e ao Cashball.

Digam o que disserem, na cabeça dos Sportinguistas no dia 23 de Junho de 2018 pairavam apenas Alcochete e Cashball. Passado mais tempo do que o devido, o ano de 2020 serviu, também, para conhecermos o desfecho de ambos os processos, os quais ilibam por completo o Dr. Bruno de Carvalho e o Sporting Clube de Portugal. 

Face ao exposto, é da mais elementar justiça que os Sportinguistas se possam voltar a pronunciar em relação à situação de Sócios de todos os associados suspensos e expulsos, dispondo ao dia de hoje de mais e mais clara informação, que nos permita a todos, enquanto Família, tomar uma decisão consciente e baseada em factos. 

E, permitam-me, haverá melhor momento para promover a verdadeira união da Família Sportinguista, reintegrando, sem excepção, todos os associados expulsos, do que o actual, no qual o Sporting Clube de Portugal se encontra transversalmente muito bem desportivamente? 

Apelo, de coração, ao Sr. Presidente do Conselho Directivo do Sporting Clube de Portugal – Dr. Frederico Varandas -, e ao Sr. Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting Clube de Portugal – Dr. Rogério Alves – que promovam aos Sportinguistas a oportunidade de pela primeira vez com mais informação e clareza, se possam pronunciar em relação ao futuro que pretendem para o Sporting Clube de Portugal!

Que as próximas semanas sejam de mais alegrias e vitórias para o Sporting Clube de Portugal para que, jogo a jogo, possamos todos juntos celebrar as tão desejadas grandes vitórias num futuro próximo. 

Desejo que se mantenham todos a salvo e protegidos desta pandemia com a esperança de que em breve possamos todos voltar à maior normalidade possível nas nossas vidas.

Saudações Leoninas 

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