O recomeçar de um ciclo

Boas a todos. As férias foram boas, mas o que é bom dura pouco, não é mesmo?

Hoje teremos o embate mais esperado das últimas semanas. O Sporting CP enfrenta o SC Braga a contar para a Supertaça Cândido de Oliveira, o primeiro título oficial da época 21/22, mas que contabiliza a prestação da época anterior. O campeão nacional vs o vencedor da taça de Portugal, num jogo a decorrer no Estádio de Aveiro.

Para esta competição, o Sporting CP tem 8 títulos, 5 deles já neste século. Já do adversário procura a sua primeira medalha de ouro, após 3 tentativas falhadas.

Estas duas equipas só se defrontaram uma vez para esta competição, na década de 80 quando a mesma ainda era disputada em duas voltas e em que o Sporting ganhou 6-1 em casa e foi perder 2-1 em Braga. Por isso, este confronto pode ser algo histórico para os minhotos em caso de vitória.

Fazendo um breve comentário sobre a pré época, em termos resultados foi de longe das melhores dos últimos bons anos, contudo já se sabe que resultados não é tudo na pré época.

Muitas notas positivas e interessantes como o Tabata a médio de construção perto do Palhinha ou ainda as oportunidades do Bragança. Pote esteve algo discreto no primeiro jogo contra os franceses, mas já esteve ao seu nível contra o Lyon. Também algumas notas positivas para o Paulinho e ainda as exibições do jovem lateral Gonçalo Esteves

Por fim, a nota negativa para Porro que acabou por se lesionar cedo na pré época e irá faltar ao jogo de hoje. Esperemos que tenha recuperação rápida.

Agora a minha expectativa para o onze 

Portanto, com os três centrais habituais, Feddal, Coates e Inácio, depois Nuno Mendes de um lado e Esgaio do outro. Reparem que ele está no meio, porque durante o ataque é esta a principal configuração do Sporting: Esgaio mais por dentro do que por fora, dando liberdade por exemplo a Pote ou ao próprio Mateus para aparecer pela ala direita.

Depois, o ataque com Nuno Santos na esquerda ou Jovane, Paulinho pelo meio e Pote na direita.

Agora a pergunta que alguns se fizeram, “com a saída do João Mário, porque não meter Pote como médio, sendo que é a posição original dele?”. A a resposta é muito simples. Pote obteve maior rendimento na ala e, portanto, parece-me bem manter o jogador lá, até porque não temos nenhuma solução à altura que faça os movimentos que ele tem feito tão bem e com a sua qualidade de recuperação de bola recuperamos muita bola em fase adiantada.

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O Espartano