Sábado de Riddell

Sábado é dia de dar voz às modalidades por escrito. Como sempre os nossos fins de semana são dedicados às modalidades, dando o espaço que bem merecem e tentando sempre falar o melhor possível do máximo possível na atualidade de cada uma.

Para este sábado, o nosso menu é com muita atualidade no andebol, depois do futsal do Sporting e, por fim, uma estreia, o primeiro jogo da NFL que falamos no Espartano.

Bem-vindos e espero que esteja bom.

Andebol

Para começar, nada melhor do que o andebol que, quando o artigo está a ser escrito, estará a jogar e a ganhar ao FC Porto. Antes deste grande jogo, tivemos a vitória frente ao Vitória FC por 17-28. Nada a dizer deste jogo, pois a vitória foi incontestável. O problema foi mesmo a lesão do Jens Schongarth que acabou por não ser tão grave como se previa na altura.

Apesar de o Vitória ser uma equipa capaz, a vitória nunca esteve em causa. Boa entrada num jogo que tinha sido adiado e que se disputou também pelo adiamento do jogo europeu com o Fusche.

Estivemos bem defensivamente naquele que era um dos problemas da equipa nos primeiros jogos. Além disso, a equipa, mesmo que sem todos os jogadores disponíveis, vai conseguindo render muito ofensivamente.  Apesar de ainda existir espaço para melhorar, estamos longe dos problemas que tínhamos no início de temporada.

Neste jogo nada a dizer, fomos sempre superiores, mais agressivos, sempre comprometidos e isso reflete-se nos golos sofridos e também na agressividade que a equipa vai demonstrando ao longo dos jogos.

Uma boa vitória contra uma equipa que criou problemas ao Porto com vários bons jogadores e que veio antes de um jogo complicado contra o FC Porto que esperemos dê vitória nossa, apesar de todos sabermos como vai ser complicado.

O nosso Valdes está em grande forma. Sem Skok, Manuel Gaspar também tem estado muito bem e o Ruesga, que ficou de fora deste jogo, deve estar apto e pronto para o jogo com o Porto, onde vai ser necessário que ele, como todos, estejam focados e a jogar sem erros.

O Porto venceu sem problemas o Sporting da Horta, por 39-19. Apesar da vitória mais do que tranquila, o Porto entrou mal e esteve até a perder por 0-4 no início do jogo. Depois, o Porto acordou e não deu a mínima hipótese. Bastaram mesmo apenas 53 minutos para darem a volta e vencer.

O Sporting da Horta até tem tido um campeonato acima do esperado neste inicio de temporada, mas as lesões e os problemas acabaram por começar a criar problemas que já eram previsíveis. De repente, alguns jovens foram lançados, como foi o caso do Gustavo Daniel, com apenas 17 anos, que com os problemas no Horta é obrigado a ter de jogar mais.

O Porto venceu sem problemas, num bom jogo do jovem colombiano Vergara, que é um talento para Magnus para trabalhar. Martim e Tito estiveram muito bem, foram os melhores e quem mais marcou.

O Benfica foi ao Pavilhão Municipal de Travessas vencer a Sanjoanense por 21-32, num jogo que começou com um equilíbrio fruto do bom início de jogo do Lucas Santana na baliza da Sanjoanense. Depois Chema mudou para um 6×0 mais agressivo e a equipa encarnada subiu de rendimento. Sergey Hernandez, como sempre, foi fundamental, compensa as faltas de agressividade, os erros individuais e consegue parar quase tudo.

O Benfica foi conseguindo subir de rendimento e foi ganhando uma vantagem mais tranquila. Com 10-15 ao intervalo muito pelo rendimento de Sergey e, mesmo com a troca de guarda-redes, Capdeville manteve o bom nível de Sergey e o Benfica foi mantendo a vantagem e acabou mesmo por vencer.

A vitória foi tranquila pela diferença que existe entre as equipas, mas mais um jogo em que o ataque organizado do Benfica teve problemas. Apresentou jogo melhorias no aspeto defensivo, mas continua a ser uma equipa com muitas lacunas no ataque organizado que tardam em ser resolvidas.

O Sporting lidera com 10 vitórias seguidas. Mantemos a invencibilidade, tal como o Benfica, o Porto segue em terceiro, também invencíveis, mas em 9 jogos, fruto de um em atraso.

No feminino, temos as equipas com apenas 3 jogos jogados, sendo que estamos na quarta jornada. Acabamos por ter vários jogos adiados, alguns que só estão previstos serem realizados em dezembro. O Madeira Sad segue líder com 9 pontos, 3 vitórias em 3 jogos. Benfica, Maiastars e ABC seguem logo de seguida, todos com 6 pontos, fruto deste trio já ter perdido um jogo.

Na atualidade internacional, vamos fazer uma passagem por alguns campeonatos e depois vamos às competições europeias.

Vamos a França para falar da vitória do Dunkerque por 32-28 sobre o Limoges. No seu primeiro jogo à porta fechada no Stade de Flandres, o Dunquerque foi imperial diante de um Limoges, recém-promovido.

Samir Bellahcene foi fundamental para fechar a baliza do Dunquerque. Ao quarto de jogo, já tinha 5 defesas e todas muito bem conseguidas. Dylan Garain confirmou a sua boa forma ofensiva das últimas semanas. Neste primeiro tempo, foi o húngaro Kornel Nagy, de volta à competição, que carregou a sua equipa, pois foi capaz de desbloquear tudo nas situações mais difíceis, por vezes sozinho com os remates apoiados. Nagy foi o grande arquiteto da pontuação elevada do Dunquerque nesta primeira parte.

Ele acabou por sair aos 25 minutos e aí a equipa começou a não marcar. Mesmo assim, 19-11 ao intervalo, uma vantagem confortável para o Dunkerque.

Depois, o intervalo mudou tudo. O Limoges reentrou muito bem, ia conseguindo parar o Dunkerque, conseguindo marcar e, com isso, reduzir a desvantagem. Quando o resultado estava mais equilibrado, o capitão do Limoges, Ingars Dude, é excluído e, depois, já no último minuto, surge o pênalti de Baptiste Butto, o que acabou com as esperanças do recém-promovido. O resultado final foi de 32-28.

Destaque ainda para a vitória suada do Toulouse, em França, sobre o Creteil por 30-29. Uma ótima entrada do Creteil que conseguiu ganhar uma vantagem de dois golos. Uma grande luta e um equilíbrio que iam pendendo para o Creteil, que só ao acabar a primeira parte, perdeu a vantagem. Ilic e Abdi marcaram os dois últimos golos que levaram o Toulouse a vencer por 15-12 ao intervalo.

No recomeço, o Toulouse acaba por se afastar um pouco, abrindo uma vantagem que chegou a ser de 5 golos, muito pelas boas defesas de Jef Lettens. Quando parecia que o Toulouse ia vencer sem problemas, o Creteil reentra no jogo. Entrávamos nos últimos 10 minutos com um 22-23, com muito equilibrado nesta altura e foi assim até ao final.

O Creteil tem uma oportunidade com um 7 metros, mas aí reaparece Jeff Letten que defende esse livre e até ao final foi brilhando, ajudando a segurar a vantagem de um golo que deu a vitória ao Toulouse por 30-29.

Destaco ainda o bom jogo no Creteil do jovem lateral-direito, Loïc Diarrassouba, de apenas 17 anos, com uma exibição muito boa, entrando muito concentrado e marcando mesmo nos períodos mais complicados do jogo. É um jogador a ter debaixo de olho, porque vai demonstrando muita qualidade.

Por Espanha, falar do Benidorm que já vai no nono adiamento devido ao covid. Foram apenas 7 jogos jogados e ainda ficaram sem a participação europeia.

O Ademar venceu por 28-29 o Bidasoa. Ao fim de 8 jogos caiu a invencibilidade do Bidasoa, num jogo renhido e muito apertado para todos. O Bidasoa esteve mais abaixo do que em outros jogos e a prova disso foi o esgotar dos time outs em apenas 7 minutos, quando a equipa não ia conseguindo render principalmente ofensivamente.

Azkue e Racotea foram baixas de peso. É óbvio que dois jogadores assim iam fazer falta e tudo ainda se complicou mais com a expulsão do pivot Thomas Tesoriere. Do outro lado, Natan Suárez e Gonzalo Pérez Arce foram os protagonistas.

Uma primeira parte desnivelada ao intervalo com 13-22 para o Ademar. Na segunda parte, o jogo equilibrou. O Bidasoa fez um ótimo segundo tempo e prova disso foi, quando faltavam doze minutos para o fim, o Bidasoa estava a dois golos do empate (23-25). Muitos nervos, vários erros e, meio caído do céu, surgiu o empate do jogo através de Bartok. O resultado estava em 28-29 a 30 segundos do final da partida e aí surgiu uma falta de Ademar que podia ser vital para a equipa de Jacobo conseguir o empate novamente. No entanto, um tiro ruim de Sérgio de la Salud deu a vitória ao León e, com isso, garantiam a subida à sexta posição no campeonato.

Em terras de nuestros hermanos, o Cuenca derrotou o Anaitasuna muito pela sua superioridade defensiva. O resultado foi de 28-24. A primeira-parte foi do Anaitasana que tive mesmo uma vantagem de 4 golos, mas depois, ainda na primeira parte, mas principalmente na segunda, a agressividade e os acertos na defesa do Cuenca fizeram a diferença para que conseguissem dar a volta e vencer.

A recuperação de Ander Izquierdo revelou-se fundamental, pois ele foi dos melhores nesta partida. Sergio Lopez liderou o Cuenca, mas os homens da zona central, Pablo Simonet e Ángel Pérez, estiveram em grande neste jogo

A segunda parte foi bem diferente com o Cuenca a passar para a frente do marcador. Foi bem superior e a defesa agressiva do 6×0 foi o ponto chave na vantagem do Cuenca. Destaco o bom jogo de Hugo Lopez. O Cuenca soma 13 pontos, enquanto o Anaitasuna fica com 10.

No feminino e depois de França e de Espanha, vamos até à Alemanha para falar de dois jogos que marcaram a última ronda.

O Thüringer HC venceu por 32-34 o TuS Metzingen. A jogadora do THC em maior destaque foi mais uma vez Marketa Jerabkova com 13 golos. O TuS perdeu pelo terceiro jogo consecutivo.

As visitantes começaram muito fortes e, depois de doze minutos e meio, já lideravam por 9-4. No entanto, o bom início não deu à equipa do treinador Herbert Müller a segurança que esperava. Ao intervalo, as ambiciosas mulheres de Metzingen lutaram e assumiram a liderança no início do segundo tempo. As anfitriãs estavam ligeiramente à frente aos 52 minutos (28-29). Antes do início da fase final que foi uma loucura. Primeiro, o THC deu a volta ao jogo e saiu na frente com um 31:29, mas Metzinge respondeu com quatro golos seguidos. Acabou por terminar assim, um grande jogo de andebol. Numa jornada marcada pelos adiamentos, este foi mesmo o único jogo que o covid não adiou.

Voltamos a Espanha não para apanhar sol, mas para falar do andebol no feminino. No grupo A, o Lanzarote e o Cicar encontraram-se pela primeira vez na história da Liga Iberdrola para jogar um derby chave na luta pela permanência.

As jogadoras de David Betancort entraram na quadra em velocidade cruzeiro. Chegaram a ter uma vantagem de 2-6, mas um ritmo vertiginoso, levava as jogadoras da casa a cortar distâncias antes do intervalo (13:15). A bordagem, que ficou no início do segundo ato e acendeu os alarmes do Cicar, provocou uma reação comandada por uma excelente Gabriela Pessoa que, com 12 golos, levaria a sua equipa à segunda vitória da temporada com um 24:28 final.

No Grupo B, o Rocasa enfrentou o Liberbank Gijón vencendo por 27:26. Lisandra Lussón fez um grande jogo e foi a protagonista desta partida com 7 golos.

Numa primeira parte em que as visitantes foram superiores e prova disso foi o 12-15 ao intervalo que se alterou na segunda-parte. O Rocasa entrou melhor, esteve melhor, chegando a uma vantagem de quatro golos a 10 minutos do fim (24:20). As jogadoras do Gijon melhoraram o seu desempenho defensivo e, com dois golos consecutivos de María Palomo e Sabrina Fiore, conseguiram chegar a uma diferença de um golo. A emoção ficou assegurada, ainda mais quando o Rocasa não conseguiu concretizar seu último ataque a 15 segundos do final da partida. A pressão pesou em Sabrina Fiore no último tiro, perdendo a oportunidade de igualar a partida e, assim, terminou o jogo com um 27: 26.

Nas competições europeias, vamos começar pela Champions League, onde o Vardar perdeu com o Kielce por 29-33. Apesar da derrota, Jotic foi a figura da partida, que grande jogo do central, uma enorme exibição. O Vardar acabou por perder muito pelo enorme jogo dos manos Dujshebaev, principalmente do Alex que esteve em grande com 10 golos em 11 remates

Grande parte desta derrota é explicada pelo mau jogo do Ristovski e um super Wolff que, na baliza do Kielce, conseguiu uma percentagem de 33% de defesas, 14 defesas. O Dibirov também fez um bom jogo no Vardar.

O Barça venceu o Kiel por 26-32. Sem Cindric e Rasmussen, valeu Moller que foi fundamental na baliza. Frade também esteve muito bem. É mais uma vitória e continua a invencibilidade dos catalães.

O jogo menos bom do Sagosen também justifica a derrota do Kiel. Landin não esteve numa das suas melhores noites e contra um super Barça não dá para não se estar ao máximo.

Em outro jogo, tivemos a vitória do PSG sobre o FC Porto por 34-31. Um jogo onde o Porto entrou melhor, esteve, mas o que curiosamente acabou por fazer a diferença foi o 7×6 dos franceses. Uma jogada típica do porto que perdeu contra a “sua jogada”.

Na Champions feminina, o Rostov venceu o Esbjerg por 24-25. As russas conseguiram bater, assim, as favoritas neste jogo muito pela grande exibição de Makeeva, Managarova e Kalinina na baliza que defendeu quase tudo. Poulsen foi a figura do Esbjerg com 11 defesas em 35 remates, mais uma boa exibição.

O mesmo Rostov venceu 4 dias depois o CSM Bucareste por 22-27. Aqui, claro, deu-se lugar a outras figuras. Um jogo mais tranquilo para as russas que tiveram em Vyakhireva e Borschenko as maiores figuras do jogo.

No Bucareste, a estrela, como sempre, foi Neagu, uma jogadora fantástica e que dá sempre gosto de ver jogar. É absolutamente fantástica, mas foi insuficiente para as romenas conseguirem levar um resultado positivo deste jogo.

Na European League, o Sporting viu o seu jogo adiado, mas tivemos vários bons jogos. Destaco o jogo do grupo do Sporting, entre o Nimes e o Kristianstad, que terminou num 24-25.

Os suecos levaram a melhor muito pela capacidade do Banke na baliza, mas foi um jogo muito equilibrado entre duas equipas que não são fáceis. Vão ser jogos em que vamos ter de jogar muito.

Gudmunsson fez um belo jogo, mas destaco Einarsson que falhou muitos golos e ainda Hisham Sanad, o egípcio, que  fez um jogo de muita qualidade nos franceses.

No feminino, destaco a vitória do Paris 92 sobre o Nykøbing Falster por 28-16. A equipa francesa da nossa Joana Resende venceu de forma tranquila, sem qualquer problema, confirmando assim o favoritismo. A Joana, tal como Luís Frade, fez uma bela exibição, com 2 golos numa equipa que Flippes, sempre ela, voltou a ser a grande estrela e a melhor em campo.

Futsal

No futsal, temos dois jogos para analisar no masculino e um no feminino. Vamos então para a primeira vitória do Sporting que foi sobre o Candoso por 2-6. Mais uma boa exibição, desta vez na ida até Guimarães.

Entrámos de modo pressionante, com o Rocha a pivot a ser a referência de ataque, com o Gonçalo Portugal na baliza. Entrámos de tal forma fortes que obrigamos o Candoso a fazer muitas faltas. Mas como já nos aconteceu em outros jogos, a melhor entrada do Sporting teve como resultado o golo inaugural do Candoso que, mesmo pressionados, conseguiram marcar primeiro.

Também como já aconteceu em outros jogos, nem Cardinal nem Rocha iam conseguindo render. Íamos jogando melhor sem nenhuma referência de ataque.

Tal como já falei aqui e no programa, o 4×0 do Sporting consegue muitas vezes desbloquear os jogos, ainda mais quando nem o Rocha nem o Cardinal conseguem estar bem. Este mau momento do Cardinal durou pouco, porque o Taynan empatou e logo depois apareceu o Cardinal que estava a passar ao lado do jogo. Assim em pouco minutos, demos a volta ao jogo, 2-1 ao intervalo.

Na segunda-parte, o ritmo muito elevado do Sporting deu no aumentar da vantagem. Mais uma vez, a qualidade da equipa apareceu e a superioridade fez-se notar

O Sporting esteve melhor e pena é a dificuldade para o pivot começar a render e o Candoso ter marcado primeiro, mas apesar disso fomos melhores. Quando aceleramos não damos muitas hipóteses. Nestes jogos, que por vezes se complicam, é a condição física que marca a diferença.

No jogo seguinte, o Sporting venceu o Viseu 2001 por 5-1. Entrámos com Gonçalo Portugal, João Matos, Pauleta, Merlim e Cardinal. Não foi o nosso melhor jogo, tivemos 3 fases neste jogo e isso custou-nos alguns sustos.

O Viseu é uma equipa complicada que não teve problemas em baixar as linhas e ficar na defesa. O Sporting entrou melhor, até esteve por cima e íamos conseguindo ter muitas oportunidades, mas o Bruno Filipe ia conseguindo defender tudo. Chegávamos assim sem conseguir marcar ao intervalo.

Na segunda parte continuámos mais fortes e, por cima, o massacre ofensivo continuou e, aqui sim, conseguimos marcar. Os golos seguiram-se uns atrás dos outros. Com 5-1 numa ótima segunda parte. Depois dos sustos da primeira parte, mais uma vitória e continua assim a boa forma da equipa, pena mesmo a lesão do Guitta que entrou, fintou e acabou por se lesionar. Não são boas notícias e esperemos que ele esteja bem.

No feminino, tivemos a estreia em casa com uma vitória sobre o Venda Luísa por 7-1, na quarta jornada. Nada a dizer apesar da nossa equipa não ser a mais forte, a diferença era grande e conseguimos mostrar isso mesmo.

Ana Alves foi a primeira jogadora a marcar aos três minutos, mas como resposta sofremos um golo, poucos instantes depois. Aos oito minutos, Cláudia Dias voltou a colocar as Leoas na frente ao fazer o 2-1. Este resultado manteve-se até ao intervalo.

Na segunda parte, conseguimos dilatar ainda mais a vantagem com golos da autoria de Débora Venâncio, Sara Tavares, Inês Lima e, a finalizar, um bis da jovem Carolina Pedreira. A Carolina para quem se lembra foi das jogadoras que eu falei no programa. Uma boa e importante vitória nesta estreia em casa.

As Leoas voltam a entrar em campo apenas no dia 28 de novembro, na deslocação a casa do UA Povoense

NFL

Vamos estrear então uma nova modalidade que ainda não tínhamos conseguido falar aqui, a NFL.

Vou iniciar esta modalidade com o jogo que abriu a semana 11 da NFL, os Seattle Seahawks, a atuar em casa no CenturyLink Field, que venceram os Arizona Cardinals por 28 a 21. O resultado recoloca os Seahawks no topo da divisão Oeste da NFC que, até então, era liderada pelos Cardinals. Seahawks.

Cardinals e Rams começaram a semana 11 empatados com a mesma campanha de 6 vitórias e 3 derrotas. A defesa dos Seahawks fez um ótimo trabalho em conter Murray, que teve novamente um bom jogo e poderia ter empatado a partida nos dois minutos finais, tal como na última semana, onde conseguiu um touchdown milagroso no último segundo de jogo.

O quarterback de Arizona teve apenas 15 jardas neste jogo. Do outro lado, Russell Wilson, com quatro turnovers no fim de semana, não perdeu a posse de bola nenhuma vez neste jogo e foi essencial para a vitória. 

O resultado mantém a invencibilidade dos Seahawks em casa na temporada (5 jogos), mesmo com as restrições de público nas bancadas por conta da pandemia.

Uma estreia aqui no espartano espero conseguir falar mais sobre NFL.

Por este sábado é tudo. Amanhã há mais atualidade de outras modalidades. Espero que todos estejam bem e não percam o terceiro e último dia nestes nossos fins de semana, onde as modalidades são as protagonistas. Até amanhã e cuidem-se

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