Sporting Anónimo – Gonçalo Marques

Sou natural de Leiria e estudo matemática em Lisboa. Sportinguista desde pequeno levo a minha camisola sempre que viajo.

Assisti ao meu primeiro jogo em 2015 e desde então vibro com as nossas equipas em todo o lado, quer em Alvalade quer na televisão.

Como te tornaste Sportinguista?

Sou Sportinguista desde que me lembro, muito por culpa do meu pai. No entanto, nunca fui daqueles miúdos ferrenhos que sabia o nome dos jogadores. Aliás odiava jogar e assistir futebol. Era Sportinguista apenas porque sim.

Lá para início de 2015, não sei por que razão, comecei a ver o futebol, a olhar para aquilo de outra forma. Foi o ano em que ganhamos a Taça de Portugal e foi o primeiro jogo que assisti e vibrei com o nosso Sporting.

A partir daí, o amor foi crescendo e crescendo e, no dia em que completei 17 anos, tornei-me sócio.

Para ti, qual foi o momento mais eufórico que viveste ao vivo pelo Sporting? E o mais frustrante?

Talvez a meia final do ano passado contra o Benfica. Muito antes desse jogo, tinha falado com um colega meu da faculdade e propus-lhe irmos ver um jogo, um qualquer. Desde o secundário que sonhava em ir estudar para Lisboa e ir ver todos os jogos que pudesse. Um pouco sem pensar lá compramos nós o bilhete para o derby.

Nunca mais me esquecerei daquele momento em que o Bruno Fernandes arma o pé e eu demoro alguns segundos a processar que a bola tinha de facto entrado. Fiquei eufórico. Nem queria acreditar. Estávamos no Jamor.

[O momento mais frustrante] Lembro-me da derrota com o Villareal em 2019 ou da recente eliminação com o Istambul.

No entanto, vou ter de colocar em primeiro lugar o campeonato 2015/2016, porque ficamos a uns míseros dois pontos do tão desejado título. Sinto que, naquele ano, deveríamos ter sido nós, pelo nosso futebol naquela época; ganhamos no Dragão e na Luz. Mesmo assim, o campeonato fugiu-nos por entre os dedos.

Qual a modalidade, excluindo o futebol, que mais gostas de ver? Porquê?

Já vi futsal, basquetebol e andebol. Devo confessar prefiro esta última. Não sei se é pelo número de vezes que se festeja, pela rapidez do jogo ou pela técnica dos nossos jogadores…, mas o que é certo é que vibro com o andebol do Sporting, no João Rocha e na televisão.

O que esperas para o futuro do Sporting?

Estamos num momento conturbado, não me lembro de estarmos numa situação idêntica. Os sócios do Sporting são pessoas muito apaixonados pelo seu Clube e tenho a certeza de que todos juntos conseguiremos ressuscitar o Sporting que todos sonhamos.

Mais tarde ou mais cedo, e com as decisões acertadas, iremos atingir o topo, e ser um clube tão grande como os maiores da Europa. Espero que o Sporting cumpra.

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