Sporting Anónimo – Jorge Mateus

Jorge Mateus (@Sir_ilho) tem 37 anos. É de Coimbra e trabalha na área de Tecnologias e Informação como consultor.


Como é que tornaste Sportinguista?

“Sou Sportinguista desde que me lembro de mim”. A frase, mesmo que muito batida, é verdadeira.

A minha adolescência foi feita a acompanhar o meu avô paterno, fanático pelo Sporting, apaixonado por ciclismo e caça. Como a minha paixão era o futebol, cedo me começou a levar a jogos do Grande. Não era apologista de grandes confusões, daí que os jogos que fui ver com ele foram sempre de camadas jovens, como a final do nacional de iniciados de 92 na Figueira da Foz, final do nacional de juvenis (93/94) na Marinha Grande, e mais uns quantos desafios (como ele gostava de os apelidar). Obviamente eu só via o verde e branco à frente.

Para além de acompanhar o Sporting, o que gostas de fazer nos teus tempos livres?

Os tempos livres são passados em jogos. Ou jogar à bola, com a já muito gasta camisola do Sporting, ou jogos de computador.

Que modalidade mais gostas de ver (fora do Sporting)?

Sou o adepto-tipo. Para além de futebol, não acompanho outras modalidades com qualquer tipo de atenção comparável.

Gosto de ver várias, seja natação, atletismo, judo ou futsal (provavelmente por terem sido as que pratiquei), mas não acompanho minimamente para sequer saber o nome dos atletas (sejam do Sporting ou não).

Se fosses Presidente por um dia, qual a primeira medida que tomarias? Porquê?

Como presidente iria promover/forçar uma alteração nos estatutos que obrigasse, para eleições e AG’s, a existir um local para votos no Norte e outro no Algarve.

Se tivesses um desejo para o Clube, qual seria?

Como já somos tão grandes como os maiores da Europa, desejo que o clube seja ‘NOSSO OUTRA VEZ’!

O que esperas para o Clube nos próximos anos?

Nos próximos anos temo pela subsistência do clube. Vivemos uma sociedade dividida pelos TPTB (The Powers That Be) [Os Poderes Internos], e qualquer ‘larápio’ com algumas ligações a alguém poderoso consegue controlar a instituição que bem lhe apetecer.

Infelizmente, não vejo o clube a sair do fosso criado (pun intended), e isso dói.

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