Um conto hipotético, ou talvez não…

            Poderíamos começar um momento de reflexão hipotético, uma história que em nada se enquadra à realidade, ou será que sim?

            É comum a expressão que uma pessoa se perdeu, algo que até o visado acaba por acreditar, caindo assim mais facilmente nas armadilhas do passado. Acaba por ser cíclico, quando na verdade a pessoa devia ter aprendido a rodear-se.

            A realidade é muito simples, nenhum de nós é perfeito e quem tende a corrigir é quem tende a preocupar-se com a pessoa em si. Infelizmente, quem apoia tenta compensar pelo mal que outros fizeram, mas a verdade é que não se apercebem que é o mote para o engano novamente.

            O que quererá isto dizer? Pessoas que noutra altura iriam encaminhar bem uma pessoa, hoje têm medo pelo que a mesma passou, tudo se resume a isso, falta de encaminhamento. E qual o perigo disto? Alguém que constantemente diga o que a pessoa queira ouvir, uma espécie de cobra que, traiçoeiramente, injeta o seu cianeto enquanto sorri. Pensam vocês, somos todos iguais, acreditamos todos no mesmo. A verdade é que entre a sucata e os destroços, há freelancers que se aventuram para espremer o que resta de uma pessoa vulnerável.

            Vamos supor, vocês iriam encorajar um amigo vosso por maus caminhos porque ele já passou por um mau bocado? O trabalho para a recuperação é através da verdade. Quem de sorrisos e “sims” vive, não é tão diferente da barata mais refinada que não vê meios a fins.

            Dizem distinguir-se porque em vez de festas de alto costume bebem bagaços depois do surf, ou que em vez de serem elitistas são “populares”, ou até que se fartaram tanto de um sítio que raparam o cabelo e foram para outro.

            A verdade? O herói magoado sente-se traído por qualquer afronta e os “diferentes” saem debaixo dos destroços da sucata para o golpe final, quando já toda a gente já extraiu de lá o leite. Imagine-se, ficaram realmente preocupados ou será que, devido a falta de competência e inteligência, querem é uma inversão do paradigma? Querem ser eles o sistema? A censura?

            Dá que pensar, não dá? Mas é mera especulação, hoje em dia uma critica já não pode ser saudável e preocupada. ­­­

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